Ato com Jair Bolsonaro reúne milhões de pessoas na Paulista em São Paulo (SP)

  • por Redação
  • Sunday, 25 de February de 2024
Ato reuniu mais de 7 milhões de pessoas se comparado com eventos anuais realizados no mesmo local. (Foto: Divulgação)

 

Milhões de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foram para a Avenida Paulista em São Paulo (SP), neste domingo (25). Políticos, autoridades e influenciadores digitais de todo o país, estiveram no evento.

Por volta das 8h da manhã, centenas de apoiadores de todas as idades chevaram a todo momento no local do encontro, pessoas de todas as localidades do país se dirigiam para a capital paulista após convocação do líder da direita brasileira, para um encontro com o público, a Avenida Paulista foi bloqueada para os veículos por volta das 06h da manhã na altura da praça Osvaldo Cruz, no Paraíso, no sentido oposto, a via foi interditada na altura da rua da consolação,  totalizando 17 quadras segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Por volta das 10h da manhã, dois trios elétricos foram posicionados na esquina na Rua Peixoto Gomide, entre o Museu de Arte de São Paulo (MASP) e o Parque Trianon, um esquema de isolamento dos trios elétricos foram montados para manter uma área de segurança, já por volta das 12h, a avenida estava com quase todas as quadras tomadas, e por volta das 15h, horário marcado para a chegada do ex-presidente, todas as quadras da via estavam tomadas, ruas transversais da Paulista e laterais como a Alameda Santos e a São Carlos do Pinhal também foram tomadas pelo Público.

Bolsonaro chegou por volta das 15h acompanhado da esposa e presidente do PL Mulher, Michele, do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do Deputado Federal Tenente Coronel Zucco(PL-RS), sob um forte esquema de segurança, o ex-presidente  cumprimentou algumas pessoas e teve dificuldade para chegar até o trio que estava lotado de políticos de todo o país.

Deputados como Rodrigo Lorenzoni (PL-RS), Sargento Fahur (PL-PR), Nikolas Ferreira (PL-MG) governadores como Romeu Zema (NOVO) de Minas Gerais, Tarcísio Freitas (Republicanos) de São Paulo, Jorginho Mello (PL) de Santa Catarina e Ronaldo Caiado (UNIÃO BRASIL de Goiás, o prefeito de São Paulo Ricardo Nunes (MDB), o vice-prefeito de Sumaré, Henrique Stein (Republicanos) e centenas de vereadores deputados estaduais do país estiveram presentes no ato.

O ato começou com oração, hino nacional brasileiro e agradecimentos a polícia militar e civil, vários parlamentares e  governadores discursaram antes de Bolsonaro, 

Ato foi o maior da história desde as diretas já

O ato deste domingo reuniu segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), entre 650 e 700 mil pessoas,  porém em eventos anuais como a Parada Gay e o Revéillon na Paulista, reunem cerca de 3 milhões de pessoas, o ato deste domingo com base nos eventos anuais que são realizados na mesma região, o número registrado por inúmeras imagens aéreas, passam de 7 milhões de pessoas, contando a avenida e as imediações, este número é superior ainda se comparado aos Três marcha dos 100 mil em 68, Cara Pintada e Fora Collor 1992, que juntos reuniram cerca de um milhão de pessoas.

Ainda durante o ato, bolsonaro pediu anistia para os presos que não participaram dos atos de 8 de janeiro, o ato começou com discurso da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que fez uma oração e falou em tom crítico sobre adversários políticos do marido, ela agradeceu aos presentes por se deslocarem até o local e iniciou a fala agradecendo a Deus. “Somos gratos por esse dia, pelo seu amor e cuidado. Deus é maravilhoso e tudo que ele faz. Não tem como não se emocionar, vendo o exército de Deus nas ruas, o exército de homens e mulheres patriotas que não desistem da sua nação”.

E seguiu: “Quantos viajaram? Dias, quilômetros para estar aqui e aqui fica meu agradecimento a cada um por saírem das suas casas, da zona de conforto, para dizer que somos um povo de bem, que defende valores e princípios cristãos. Que ama essa nação e aprendeu a acreditar que ela tem promessas que vão se cumprir”, pontuou.

Michelle disse ainda que Bolsonaro estaria sofrendo ataques, injustiças e perseguições desde que ganhou projeção nacional, na esteira do processo eleitoral que terminaria com Bolsonaro eleito em 2018.

“Em um momento tão difícil da história. Desde 2017 estamos sofrendo porque exaltamos o nome do Senhor no Brasil. Porque meu marido foi escolhido e ele declarou que era Deus acima de todos. E se é difícil com Deus, com certeza é impossível sem ele. E quantos ataques, injustiças”, comentou.

Michelle continuou a falar, lembrando da gestão do marido e em tom crítico sobre adversários. “Eu não pedi para estar aqui, o Senhor nos colocou à frente desta nação. Aprouve a Deus nos colocar na Presidência da República, para a gente trabalhar e fazer a verdadeira justiça social na vida dos que mais precisam. E hoje o povo brasileiro sabe a diferença de um governo justo, ímpio. Essa semente foi plantada e vamos colher um Brasil abençoado e próspero. Nossa nação é rica, abençoada, só está sendo mal administrada”, concluiu.

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